Começa a ser uma partida cada vez mais apetecida. E antes de cada confronto entre estes jogadores levanta-se a questão “conseguirá Djokovic bater Federer?”.
Creio que ainda não é desta… passo a explicar.
O ano passado, nos 1/8 final a mesma questão foi colocada. Lembro-me de na altura a grande questão era – tal como ouvimos repetidas vezes este ano – que o jogo de Federer não era tão dominador e que, num dia de verdadeira inspiração, este podia ser batido por Djokovic. 3-0 foi o resultado para o suspeito do costume. O jovem sérvio aprendeu à própria custa que ainda estava bastante longe do mestre suíço.


Um ano se passou e as mesmas questões são colocadas. Legitimamente, Djokovic é hoje em dia um sólido 3º classificado do ranking ATP. O seu jogo melhorou e é sempre apontado como um favorito. Mas Roger é Roger. Quando o seu ténis de alto nível é chamado a estar presente, este nunca deixa os seus créditos por mãos alheias… e creio que ao fim da manhã de 6ª vamos voltar a ver Federer erguer os braços para o ar, agradecer ao público com uma só mão, lançar a sua fita de punho para as bancadas e perante o delírio dos presentes avançar para mais uma final do Australian Open.
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