
Não é segredo para ninguém que sou um acérrimo fã de Roger Federer. Digo sem grandes hesitações que é de longe o meu desportista favorito. Logo é natural que as minhas apreciações aos jogos que vejo dele possam parecer um tanto ou quanto parciais. É natural, desculpem mas não consigo de todo dissociar a admiração que tenho pelo seu jogo da minha opinião enquanto simples adepto.
Serve isto para dizer que o jogo de ontem demonstrou uma vez mais a superioridade que Federer tem sobre praticamente todo o circuito masculino.
Jogando contra Tomas Berdych (nº 13 do ranking e enorme promessa), o nº 1 do mundo conseguiu uma vez mais impor o seu jogo de forma absolutamente normal.
Quem viu o jogo ou possa ver um resumo com as melhores jogadas consegue ver com facilidade esses dois factos. Por um lado a superioridade e frieza do suíço nos momentos chave da partida, por outro a enorme qualidade do Berdych – que conseguiu alguns pontos belíssimos.
No entanto fico surpreendido com os alguns comentários que tenho ouvido ultimamente nos jogos de Fed Express. É comum ouvir-se que o suíço não está na sua melhor forma, que o seu jogo não está tão dominador e por aí fora… permitam-me discordar… o que se passa é que de tão habituados que estamos a ver Federer “esmagar” toda e qualquer concorrência, quando ele se limita a vencer (convincentemente diga-se) fica a sensação que baixou o seu nível.
É um facto que na última ronda necessitou de 5 sets para vencer Tipsarevic (sérvio, nº 49 do mundo). É um facto que "Rafa" Nadal se tem exibido em bom plano. É um facto que nunca nos últimos anos o nº 1 do ranking mundial esteve ao alcance do maiorquino. Mas amigos, que não restem muitas dúvidas. Roger Federer é, não só o melhor jogador da actualidade (de longe), como também o melhor tenista de todos os tempos. Os seus registos confirmam-no e creio que no Domingo ao início da madrugada irá aumentar o seu pecúlio de títulos do Grand Slam e confirmar-se como tri-campeão do Slam de Down Under – feito único do ténis profissional!
.
.
.
(eu avisei que era parcial logo a abrir)

Serve isto para dizer que o jogo de ontem demonstrou uma vez mais a superioridade que Federer tem sobre praticamente todo o circuito masculino.
Jogando contra Tomas Berdych (nº 13 do ranking e enorme promessa), o nº 1 do mundo conseguiu uma vez mais impor o seu jogo de forma absolutamente normal.
Quem viu o jogo ou possa ver um resumo com as melhores jogadas consegue ver com facilidade esses dois factos. Por um lado a superioridade e frieza do suíço nos momentos chave da partida, por outro a enorme qualidade do Berdych – que conseguiu alguns pontos belíssimos.
No entanto fico surpreendido com os alguns comentários que tenho ouvido ultimamente nos jogos de Fed Express. É comum ouvir-se que o suíço não está na sua melhor forma, que o seu jogo não está tão dominador e por aí fora… permitam-me discordar… o que se passa é que de tão habituados que estamos a ver Federer “esmagar” toda e qualquer concorrência, quando ele se limita a vencer (convincentemente diga-se) fica a sensação que baixou o seu nível.
É um facto que na última ronda necessitou de 5 sets para vencer Tipsarevic (sérvio, nº 49 do mundo). É um facto que "Rafa" Nadal se tem exibido em bom plano. É um facto que nunca nos últimos anos o nº 1 do ranking mundial esteve ao alcance do maiorquino. Mas amigos, que não restem muitas dúvidas. Roger Federer é, não só o melhor jogador da actualidade (de longe), como também o melhor tenista de todos os tempos. Os seus registos confirmam-no e creio que no Domingo ao início da madrugada irá aumentar o seu pecúlio de títulos do Grand Slam e confirmar-se como tri-campeão do Slam de Down Under – feito único do ténis profissional!
.
.
.
(eu avisei que era parcial logo a abrir)

Sem comentários:
Enviar um comentário